

O olhar que interpreta
Essa frase, atribuída a Anaïs Nin, nos lembra que nossa percepção da realidade nunca é completamente neutra. Aquilo que observamos passa pelas lentes das nossas experiências, crenças, valores, emoções e pela história que construímos ao longo da vida. Muitas vezes, acreditamos estar vendo os fatos como eles são, quando, na verdade, estamos enxergando também a nós mesmos refletidos neles.
Nossa cultura, nossos aprendizados, nossas vivências e até nossos preconceitos silenciosos influenciam a forma como interpretamos pessoas, situações e acontecimentos. Por isso, na perspectiva fenomenológica, somos convidados a um exercício desafiador: colocar temporariamente entre parênteses aquilo que já pensamos saber, suspendendo julgamentos para nos aproximarmos da experiência tal como ela se apresenta.
Ao pensar em uma situação que você tem vivido, quantas das suas certezas sobre essa situação pertencem realmente aos fatos, e quantas são reflexos da maneira como você aprendeu a olhar para o mundo?
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